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Médicos vão combater produtos de dieta 'mágica'

OBS: VEJA TAMBÉM: "Obesidade x Florais"

O ESTADO DE S.PAULO
VIDA&
edição de 22 de Agosto de 2005


Participantes de congresso de obesidade enviarão documento à Anvisa visando a frear a venda de supostos emagrecedores

Karine Rodrigues

RIO - Especialistas em obesidade da América Latina pretendem lançar, nesta semana, um documento condenando a disseminação do que chamam de "fórmulas mágicas" manipuladas para o emagrecimento, além de defender mudanças na venda desses produtos. A proposta será divulgada pelos participantes 6º Congresso Latino-Americano de Obesidade, que ocorre de quinta a sábado no Rio.

O grupo deseja pedir a proibição do uso de hormônios de tireóide e seus derivados e de qualquer outro princípio ativo que não tenha sido devidamente testado em estudos clínicos controlados, no tratamento da obesidade. As sugestões serão encaminhadas à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que abriu consulta pública para rever as regras de funcionamento das farmácias de manipulação.

"Bombas para perder peso até existem em alguns países, mas são raras. Já na América Latina a situação é alarmante. Barbaridades são colocadas na fórmulas desses produtos para que a pessoa perca peso rápido. O uso dos hormônios da tireóide, por exemplo, é uma aberração. Não temos nenhuma evidência científica de que eles sejam eficazes", diz o endocrinologista Walmir Coutinho, presidente do 11º Congresso Brasileiro de Obesidade, que ocorre com o evento latino-americano.

O documento também solicitará a inclusão obrigatória de bula dos moderadores de apetite e outros medicamentos de prescrição restrita preparados em farmácias de manipulação.

"Além das fórmulas mágicas, vemos coisas as mais descabidas para emagrecer. Até todo mundo perceber que determinado produto não tem eficácia, muita gente já ganhou dinheiro ou passou mal com isso", afirma Coutinho, referindo-se, por exemplo, aos "shakes e sopas milagrosas", que prometem redução de peso em pouco tempo.

INTEGRAÇÃO

Epidemia global, a obesidade se alastra no Brasil, onde doenças associadas ao excesso de peso matam cerca de 80 mil pessoas por ano, e nos outros países da América Latina.

Segundo o endocrinologista, o problema "é grave para todo mundo" e requer ações conjuntas. Na América Latina e nos demais países em desenvolvimento, é necessário, diz ele, atenção redobrada diante das conseqüências da transição nutricional, um fenômeno no qual a população, antes desnutrida, passa a sofrer os efeitos da obesidade.

"Isso ocorre porque as pessoas têm acesso a alimentação, mas sem informação sobre o valor nutricional dos produtos, escolhendo errado. No lugar de comprar uma fruta, por exemplo, escolhe um saco de batata frita ou um bolinho recheado, pois é mais barato e mais prático", explica o endocrinologista.

Considerando o público infanto-juvenil, Coutinho ressalta que o País bateu até o campeão mundial, os Estados Unidos, onde o crescimento da obesidade ficou em 66% nas últimas duas décadas, ante 240% registrados no Brasil. "É um problema que só vai ter solução se a sociedade toda se mobilizar", avalia.

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