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Traumas intrauterinos - apenas um detalhe explicado pela ciência

Extraído na íntegra do site G1 em 14/07/2009

"Bebê na barriga da mãe 'sincroniza' seu coração com o dela

Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo

Grupo alemão variou respiração de grávida para detectar efeito.

Dados podem ser úteis para entender problemas pré-natais na criança. A conexão física e emocional entre uma mulher grávida e seu futuro bebê é tão poderosa que pode se estender até ao ritmo das batidas do coração da mamãe e do feto.

Pesquisadores liderados por Peter Van Leeuwen e seus colegas da Universidade Witten/Herdecke, da Alemanha, verificaram que os pequenos, no interior do útero materno, chegam a "sincronizar" seu ritmo cardíaco com o da genitora dependendo das variações que ele nota no organismo materno.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores pediram que um grupo de grávidas variasse sua respiração -- seguindo ritmos de 10, 12, 15 e 20 ciclos de respiração por minuto --, o que naturalmente levaria a variações no ritmo cardíaco das mulheres também.

Os cientistas descobriram que o bebê sincroniza seus batimentos cardíacos com os de mãe quando ela respira de forma mais rápida. Eles afirmam que essa propriedade do elo entre a mãe e bebê poderá ser usado, no futuro, para detectar anomalias no desenvolvimento do feto.

A pesquisa está na revista científica americana "PNAS"."

OBS. da autora deste Blog: E ainda tem gente que acredita que pode tudo quando está grávida. Imagine utilizar-se de drogas, vida estressada, alimentação ruim...

2 comentários:

  1. Boa Noite Cristina!
    Meu marido me abandonou por outra mulher no meu sétimo mes de gravidez. Não sei se em consequencia da minha tristeza e desespero na época, minha filha nasceu de 39 semanas, mas com o peso de uma criança de 7 meses, 2k500 e 47,5cm, além de nascer com o quadril luxado, pois sentou no sétimo mes e não "virou"!
    A minha duvida: Esta situação vivida por nós 2 pode ter ocasionado isto?
    no aguardo e obrigada

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  2. Olá Gisele,

    Infelizmente acredito que sim. Os traumas psicológicos que vc sofreu (a tristeza, raiva, frustração, etc) ficam gravados no bebê. Sua filha pode, por exemplo, de alguma maneira, rejeitar o pai, sem "motivos" aparentes ou explicáveis. Se um bebê reage na sala do parto procurando a voz do pai por reconhecê-lo, imagine situações ruins, de brigas, discussões... Mas isso pode ser tratado com os Florais Joel Aleixo, no futuro.
    Obrigada pela visita!
    Cris*

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