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Constelações Sistêmicas: Sobre os abortos

Não há, no trabalho das Constelações Familiares, julgamento sobre os abortos provocados. Não há certo ou errado.

No caso de um aborto, mesmo que tenha sido natural (portanto consideremos as crianças que não sobreviveram), faz com que estas crianças sejam esquecidas pela família. Ou por vergonha ou por pura dor. Vergonha por ter provocado o aborto, ou até vergonha por não ter "segurado" o bebê. Mas a inteligência (ou consciência) grupal faz com que um outro membro deste grupo venha a representar o excluído. Há, para cada criança não-sobrevivente, uma pessoa representando as crianças esquecidas, caso haja mais que uma abortada ou falecida muito cedo. No caso de haver irmãos vivos destas crianças abortadas, muito provavelmente os irmãos "vizinhos" destas crianças é que serão representantes delas, ou dizendo melhor, por amor à estes irmãos esquecidos, os irmãos sobreviventes renunciam à tudo, à própria vida, à felicidade, à prosperidade, ao amor, etc.

Por exemplo, imagine 4 irmãos VIVOS e 1 aborto (ou não-sobrevivente): seriam, portanto 5 filhos...
1º (aborto); 2º (vivo); 3º (vivo); 4º (vivo); 5º (vivo)

Neste exemplo, o 2º filho, que veio após o que não sobreviveu, é o mais afetado, e portanto pode representar aquele filho que não sobreviveu. Neste  exemplo, este filho vivo não se sentiria à vontade na posição de filho mais velho (afinal de contas ele é o segundo filho, não o primeiro); ele também não se sentiria no direito de viver, afinal seu irmão MAIS VELHO não  sobreviveu. Os outros irmãos provavelmente teriam um relacionamento muito conturbado com este irmão VIVO (o 2º), porque ele ocupa a posição de filho mais velho e ele não é (mesmo que os irmãos nunca saibam desta criança morta eles sentem algo errado). O 2º filho demonstraria, ao longo da vida, uma vontade de morrer (como o irmão que não sobreviveu), ou não apresenta vontade de crescer e viver a vida, sendo mal sucedido em várias áreas da vida.

Além disso, muitas crianças são sobreviventes baseados na culpa dos pais ou da mãe que abortou, afinal espera-se uma compensação por aqueles que foram sacrificados. E os irmãos sobreviventes se sentem como um peso para os pais, afinal eles acreditam que nasceram para "repôr" alguém, como se não fosse realmente desejados.

Isso sem considerar a dor dos pais, no caso do casal ter passado por isso juntos, ou da mãe, que escondeu do pai da criança. Obviamente ela se pune, como se "pagasse" pelo pecado. O pai tem o direito de saber. Os irmãos podem saber apenas se forem adultos, porque quando crianças se sentirão ameaçadas (se tiraram a vida de meu irmão, podem tirar a minha), a não ser em caso de aborto natural.

Como "consertar" isso? Neste trabalho das constelações não há julgamento, como disse antes.

Portanto, a "cura" está na família reconhecer a existência desta criança, incluí-la na família, e que todos tenham esta criança em seus corações...

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