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Constelações Sistêmicas: Casal que se separa

Quando um casal se separa, o casamento acaba. Mas caso tenham filhos, não importam quantos, vivos ou mortos (abortos, inclusive), essa ligação nunca termina. Dizemos aí que o casamento acabou mas o amor deu certo, através dos filhos. Mas os pais não podem envolver os filhos nesta briga. Os filhos não podem tomar partido dos pais, ficar ao lado do pai ou da mãe. Os assuntos relativos ao casamento não são pertinentes aos filhos, e sim somente ao casal. As pessoas confundem isso: brigas entre o marido e a mulher só devem ser tratados por eles, não pelos filhos, pois estes tem o PAI e a MÃE, não marido ou esposa! 

Vou dar um exemplo: uma filha fica ao lado da mãe, porque descobriu-se que o pai a traiu com outra mulher. Então a filha fica CONTRA o pai, julga-o, diz coisas que o magoam, fica sem falar com o pai. Mas o pai (como diz a palavra) não está em julgamento: sempre foi carinhoso com a filha. O que deve ser olhado é que este homem foi infiel à ESPOSA, ou seja, é o MARIDO que deve ser olhado, não o PAI. Esta filha deveria se isentar de qualquer julgamento relativo ao pai, e principalmente ao MARIDO que ele foi para a sua mãe, pois a filha é somente a filha, os desajustes que existem entre o casal devem ficar restritos à esta esfera, a do casal.

Quando os filhos tomam partido, instala-se aí um desequilíbrio no sistema familiar: a filha, como no exemplo, começa a tomar conta da mãe, como se a mãe fosse indefesa e precisasse de ajuda. Errado!!! A filha é a pequena, e a mãe é a grande. Se a filha acha que precisa ajudar a mãe ela perde o respeito pela mãe, porque a mãe passa a ser vista como fraca. E a mãe torna-se vítima, e o pai um carrasco. E a filha ocupa um lugar que não lhe pertence na família. Os irmãos começam a brigar entre si, porque a filha começa a querer mandar nos irmãos (afinal agora ela ocupa uma alta posição), os pais a usam para intermediarem suas diferenças, e o caos se instala definitivamente: a família sente a ruptura.

Como solucionar isso? Cada um ocupa o seu lugar: os pais assumem seus problemas entre si, sem envolverem seus filhos; os filhos se tornam apenas filhos novamente, sem querer saber NADA sobre os problemas do casal. E entre o casal, o reconhecimento sobre as coisas boas e ruins, e a parte a que cada um pertence, sem haver um único responsável.

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