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Constelações Sistêmicas: Representando um suicida

Queria contar outra constelação familiar da qual participei como representante. Mulher, cerca de 35 anos, queria constelar seus relacionamentos amorosos. Não cabem aqui outros detalhes.

Foram colocados 3 representantes, sendo um para ela. Mas os outros representantes não esboçavam reações, faltava algo. Fui impelida a entrar como representante, mas eu não sabia quem eu representava. Sabia que ao entrar nesta constelação eu deveria ficar deitada, aos pés da representante da cliente. Queria que ela olhasse para mim, mas ela não olhava, agarrei-me aos pés dela, chamando sua atenção, e ela se afastou. Me arrastando, tentei chegar até ela, que ficou perto da janela da sala em que estávamos. Ela dizia que queria pular, não queria de modo algum olhar para mim. Eu me mantive afastada, mas queria me aproximar. Alguns minutos se passaram, e ela não fazia nada, então me aproximei. Ela, desesperada, tentava ficar afastada de mim. Internamente eu só pensava "minha filha, minha filha". O facilitador perguntou se a cliente tinha ideia de quem era a pessoa que eu representava. Ela disse "meu pai". Sim, eu representava o pai dela, eu sentia isso internamente. O facilitador perguntou como ele havia falecido, e a cliente disse "acidente de carro", há 20 anos. Internamente eu sabia que havia algo mais que isso. Me aproximei bastante da representante da cliente, que agora olhava para mim. Mas ela dizia ainda que queria pular pela janela. Ela pensava na morte para se aproximar do pai. O facilitador orientou algumas falas de cura, e a representante se levantou, e disse que queria que eu me levantasse também. Ela tentou, mas eu não conseguia ficar de pé, não tinha força. O facilitador perguntou como havia sido o acidente de carro. A cliente disse que o pai saiu de uma festa, havia bebido, e um carro bateu nele. Neste momento senti que essa não era a versão correta. O facilitador orientou à representante dela que respeitasse o pai, que ele era forte, e só assim tive forças para me levantar. Ficou claro ali que o pai havia se suicidado, atravessando o semáforo no vermelho, sendo abalroado por quem atravessasse o cruzamento. Mas havia nela uma desconfiança de que o pai havia provocado o acidente, por isso achava que ele era um fraco. Como representante do pai, eu queria me despedir dela. A cliente tomou seu lugar então, que se despediu do pai, e foi difícil para ela. Mas depois de abraçá-la, senti vontade de me deitar, mas antes virei o corpo da filha para que ela não ficasse olhando mais para mim, na minha direção. Depois que me deitei, ela disse ao facilitador que queria ficar olhando para mim, mas ao ouvir isso comecei a ficar inquieta, já deitada. Aquilo me incomodava muito. O facilitador a orientou para que não olhasse para mim, e se afastasse um pouco, até. Me senti muito bem! Tudo ficava em silêncio, eu não ouvia mais nada, estava em paz.

Os mortos sabem que há uma hora certa, a hora do reencontro. Enquanto isso, eles querem que os vivos vivam.

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