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Homenagem a um "Pai Profissional": Dr. Elzo Saito



1954 - 2012
No dia 20 de Maio de 2012 o coração do Dr. Elzo Toshiyuki Saito parou, sem volta. Perdi ali uma pessoa que me apoiou muito desde que conheci Joel Aleixo. Convivia diariamente com o Dr. Elzo há 13 anos. Fazem 5 dias que nós o perdemos.

Para quem o conhecia, sabia de um "mapa chinês" que ele lia. Dr. Elzo um dia me perguntou se eu saberia como calcular esses dados, e depois de muitas tentativas consegui. Para o Dr. Elzo foi uma realização olhar um mapa astrológico impresso descrevendo tudo aquilo que ele procurava dentro da sua mente, e me senti muito satisfeita em poder retribuir tanto apoio e ensinamento com um cálculo matemático. 

Dr. Elzo me ensinou muito, já que me passou toda a sua visão como médico em sua experiência com seus pacientes. No início, várias consultas entre ele e seus pacientes foram feitas com a minha presença (e com a autorização destes pacientes), que eu anotava as minhas dúvidas para tirá-las depois. Ficava às vezes horas conversando e tirando dúvidas, ouvindo sua visão sobre a vida e a energia. 

E com o passar do tempo, fui "crescendo" profissionalmente, e em parte me desgarrando dele, pois fui desenvolvendo a minha maneira de trabalhar, mas sempre com as lembranças de seus conselhos. Mas continuamos juntos, dividindo apenas uma parede entre nós. Até que há cerca de 2 ou 3 anos, não me recordo bem, ele decidiu trabalhar com outro sistema floral, que não era produzido por Joel Aleixo. Eu decidi continuar com o sistema que já trabalhava há tantos anos. E na nossa última conversa, há 3 meses, ele me disse que estava querendo   voltar a trabalhar com o sistema Joel Aleixo. Me perguntou várias coisas, queria se atualizar, já que faço parte do corpo docente da Escola de Alquimia Joel Aleixo. Pena, não deu tempo. 

Há três dias sonhei com ele. Ele me mostrava os envelopes com as fichas de todos os pacientes e me dizia muitas coisas, me orientava com relação à vários deles. Pediu que eu desse recado para algumas pessoas próximas. Aos pacientes que o procurassem ao saber de sua morte, ele pediu para que disséssemos "obrigado" em nome dele. Ele pulava, ria muito, dizia estar ótimo, leve. Acordei feliz. 

Ontem entrei na sala dele pela primeira vez e não me contive. É muito estranha a morte: ela nos tira a rotina do dia-a-dia. Fico esperando que, a qualquer momento eu ouça, do outro lado da parede, ele mexer na torneira, tossir... sabe, aqueles ruídos que a gente associa a alguém? Nossa, estão me fazendo falta. E aí começo a pensar sobre a morte, sobre o quanto ele me dizia "desapega!", quase bravo, quando eu me mostrava preocupada com ele e com sua saúde declinando a olhos vistos. Ah, Dr. Elzo, talvez um dia eu me desapegue do senhor. Mas ainda não estou pronta. Dr. Elzo, muito, mas muito obrigada por não me deixar desistir quando me sentia insegura; obrigada por me aconselhar tantas vezes; obrigada por me apoiar como só um pai o faz. Eu tenho uma dívida afetiva grande com o senhor, Dr. Elzo. E me sinto muito privilegiada por ter convivido com o senhor por esses 13 anos. No meu coração, o senhor, Dr. Elzo Toshiyuki Saito, tem um lugar muito especial. 


Cristina Maruju, terapeuta do sistema floral Joel Aleixo e consteladora sistêmica.

Um comentário:

  1. Lindo texto!! Quantas saudades de suas palavras, e do meu envelope pardo em que tinham várias anotações suas... Dr Elzo era mais que um médico. Era um ser humano incrível! Me dava broncas, eme ajudou muito em minha evolução.

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