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Sobre mulheres e homens - relacionamento amoroso


Leia com calma a atenção. Este texto do Bert é absolutamente maravilhoso! Deixe-se tocar internamente, frase por frase... Atenção: os trechos destacados em negrito são meus, não do autor!

"(...) A carência
Para que a relação de casal entre o homem e a mulher cumpra o que promete, o homem deve ser homem e permanecer homem, e a mulher deve ser mulher e permanecer mulher. Assim o homem deve renunciar a apropriar-se do feminino e a possuí-lo, como se pudesse tornar-se mulher e ser uma mulher. E a mulher precisa renunciar a apropriar-se do masculino e a possuí-lo, como se pudesse tornar-se homem e ser um homem. Em um relacionamento de casal("heterossexual" - observação de quem vos transcreve este texto, não do autor), o homem só é importante para a mulher quando é e permanece homem, e a mulher só é importante para o homem quando é e permanece mulher. Se o homem pudesse desenvolver em si o feminino e possuí-lo, não precisaria da mulher. E se a mulher pudesse desenvolver em si o masculino e possuí-lo, não precisaria do homem. Por isto, muitos homens e mulheres que desenvolvem em si as características do outro sexo frequentemente vivem sós. Eles se bastam."

"O filhinho do papai e a filhinha da mamãe
Portanto, as Ordens do Amor entre o homem e a mulher envolvem também uma renúncia que já começa na infância. Pois o filho, para tornar-se um homem, precisa renunciar à primeira mulher em sua vida, que é sua mãe. E a filha, para tornar-se uma mulher, precisa também renunciar ao primeiro homem de sua vida, o seu pai. Por essa razão, o filho precisa passar cedo da esfera da mãe para a do pai. E a filha precisa retornar cedo da esfera do pai para a da mãe. Permanecendo na esfera da mãe, frequentemente o filho só chega a ser um eterno adolescente e queridinho das mulheres, mas não um homem. E, persistindo na esfera do pai, a filha muitas vezes só se torna uma eterna adolescente e uma namoradinha dos homens, mas não uma mulher. Quando um "filhinho da mamãe" se casa com uma "filhinha do papai", ele frequentemente busca uma substituta para sua mãe e a encontra na mulher, e a mulher busca um substituto para o seu pai e o encontra no marido. Quando, porém, um filho ligado ao pai se casa com uma filha ligada à mãe, eles tem mais chances de formarem um par bem sucedido. De resto, o filho ligado ao pai costuma dar-se bem com o sogro e a filha ligada à mãe geralmente se dá bem com a sogra. Ao contrário, o filho ligado à mãe frequentemente se relaciona melhor com a sogra do que com o sogro, e a filha ligada ao pai, melhor com o sogro que com a sogra."

"Animus e anima
Quando o filho permanece na esfera da mãe, o feminino inunda a sua alma, impedindo-o de tomar a masculinidade que vem de seu pai. E quando a filha permanece na esfera do pai, o masculino inunda a sua alma, impedindo-a de tomar a feminilidade que vem de sua mãe. Carl Gustav Jung denominou o feminino presente na alma do homem de anima e o masculino presente na alma da mulher de animus. A anima se desenvolve mais fortemente quando o filho permanece na esfera da mãe. Curiosamente, porém, ele sente então menos compreensão e simpatia por outras mulheres e tem menos sucesso com as mulheres e com os homens. E o animus se desenvolve com mais força quando a filha permanece na esfera do pai. Curiosamente, porém, ela sente então menos compreensão e simpatia por outros homens e tem menos sucesso com os homens e as mulheres. A atuação da anima na alma do homem se mantém dentro de seus limites se ele passou cedo para a esfera do pai. Contudo, curiosamente, ele sente então mais simpatia e compreensão pelas características e pelos valores das mulheres. E a atuação do animus na alma da mulher se mantém dentro de seus limites se ela retorna cedo à esfera da mãe. No entanto, curiosamente, ela sente então mais simpatia e compreensão pelas características e pelos valores dos homens. Portanto, a anima resulta do fato de o filho não ter tomado o pai e o animus resulta de a filha não ter tomado a mãe."

"A reciprocidade
Pertence às Ordens do Amor entre o homem e a mulher que entre eles se estabeleça uma troca em que ambos igualmente deem e tomem. Pois cada um tem o que falta ao outro e a cada um falta o que o outro tem. Ambos precisam, portanto, no que se refere à troca, dar o que têm e tomar o que lhes falta. Em outras palavras, o homem se dá à mulher como homem e a toma como sua mulher; e a mulher se dá ao homem como mulher e o toma como seu homem. Esta Ordem do Amor é perturbada quando um deseja e o outro concede; porque o desejar parece ser algo pequeno e o conceder, algo grande. Então um dos parceiros se mostra como carente e como alguém que recebe, e o outro, embora talvez ame, mostra-se como alguém que ajuda e que dá. É como se aquele que recebe se tornasse uma criança e aquele que dá se tornasse um pai ou uma mãe. Então quem recebe precisa agradecer, como se tivesse recebido sem dar, e quem dá se sente superior e livre, como se tivesse dado sem receber. Isso,porém, impede a compensação e coloca em risco a troca. Para o bom êxito, é preciso que ambos precisem e ambos concedam, com respeito e amor, o que o outro necessita. (...)"

 - trecho compilado e extraído do livro "O Amor do Espírito", de Bert Hellinger, página 45 e 46, Editora Atman <www.atmaneditora.com.br/livros/o-amor-do-espirito.html>

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