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Sobre o amor aos pets...

Quando vejo alguém sofrendo porque perdeu seu pet, geralmente companheiro(a) de muitos anos, fico tão tocada que choro junto. Só quem tem sabe, não é? E fiquei pensando como sistemicamente isso pode se dar.

Bem, sempre dissemos do "amor incondicional" que percebemos que os pets têm pelos donos. E o quanto os donos prezam justamente essa amizade/amor sem condição: tanto faz o dono ser culto ou ignorante, rico, pobre, bonito ou feio, é delicioso sentir-se amado pelo seu pet. Que sempre "sorri" quando chegamos no final do dia. Que sempre faz uma coisa ownnn e que a gente corre pra fotografar - e nem sempre dá tempo - ou que cansamos de contar pros outros, rimos sozinhos e nem sempre somos "compreendidos". Que num momento nosso deprê o pet está sempre ali, do lado, lambendo nosso rosto e enxugando nossas lágrimas ou simplesmente com a pata em nossa mão (bom, estou falando sobre cães e gatos). Que nunca vai falar mal da gente pra ninguém (até alguém desvendar a língua deles a gente acha isso). Que não vai nos "trair" por nada ou quase, a não por ser um belo petisco (mas eles voltam). Que não vai nos roubar sem que sua cara denuncie imediatamente (e que no fim a gente sempre acha engraçado). E mais tantos outros motivos que cada um tem, e que, claro, jamais teríamos isso de outro humano.

Daí me faz pensar na própria humanidade. Que não temos mais esse "amor incondicional" por ninguém, ou praticamente. A não ser quem tem filhos (e mesmo assim tenho certeza que várias pessoas não põem a mão no fogo por alguns rebentos).

Então explico: sistemicamente, apenas crianças sentem o amor incondicional - por seus pais. Porque as crianças acreditam que seus pais são incapazes de lhes fazer o mal. E na medida que crescem, esse amor fica um pouco, digamos, ...mudado. Porque nós, filhos da mãe, julgamos nossos pais por diversos motivos. Porque meu pai traiu minha mãe ("ele é um sem-vergonha"), porque minha mãe falou mal do meu pai ("ela só reclama, não dá valor à ele"), porque eles não se cuidam, porque isso, aquilo, etc. Sempre julgamos.

Penso, assim, que direcionamos todo aquele amor guardado na estante dentro de nós, que tínhamos pelos pais e guardamos ao crescer, aos pets. Porque ELES não traem. ELES não falam mal. ELES estão sempre do meu lado, e etc, etc. E quando eles partem, sofremos um tanto que parece que a gente perdeu um pedaço de nós... (claro, estou considerando algumas pessoas que amam seus pets, verdadeiramente). Sei de vários casos em que o dono fica depressivo, demora a se recuperar, enfim, sofre muito.

Então penso que se, como filhos, fôssemos mais capazes de demonstrar o amor a nossos pais, teríamos os pets como "animais" de companhia, não como objeto de amor tão intenso. Ei, não estou dizendo a ninguém para não amar seus pets! Mas esse amor que dirigimos à eles tem outros donos: nossos pais...

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